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Arte de rua no asfalto de Montreal faz apelo para construção de ciclovias na cidade

Por Raphael Ezonne

As imagens que aparecem nesta postagem podem ser reproduções de outros sites e Cherryouth não reivindica nenhum crédito para si, a não ser que especificado. Se você (ou sua empresa) possui os direitos de alguma imagem e não quer que ela apareça em Cherryouth, favor entre em contato e ela será prontamente removida sob critério de avaliação.

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Imagino eu que se isso acontecesse em São Paulo, os problemas habituais no trânsito paulista aumentariam ainda mais, porque a sinalização que temos na cidade não ajuda tanto como deveria, mas em cidades com o tráfico de veículos bem administrado, dá certo e arranca admiração pelo mundo.

Estamos falando da arte de rua de Peter Gibson, que desde 2001, utiliza tinta e o asfalto da cidade de Montreal, no Canadá, para fazer belos desenhos a favor da construção de ciclovias, que são vias específicas para o trânsito de bicicletas. Vemos que este problema não acontece apenas em cidades brasileiras, que ainda perdem ciclistas por falta da priorização às pessoas que andam sob duas rodas.

 O que começou como um projeto a cargo do ativismo se tornou um projeto de arte que continua a este dia.

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Ilustradora fica suspensa por andaime e faz sua arte seguindo sugestões via Twitter

Por Raphael Ezonne

As imagens que aparecem nesta postagem podem ser reproduções de outros sites e Cherryouth não reivindica nenhum crédito para si, a não ser que especificado. Se você (ou sua empresa) possui os direitos de alguma imagem e não quer que ela apareça em Cherryouth, favor entre em contato e ela será prontamente removida sob critério de avaliação.

Já pensou se você participasse na idealização de uma obra pela internet? Bem, isso já é possível e usando ainda os traços da ilustradora Cecilia Beaven, que vai morar em andaime por dez dias.

Deixa eu explicar direito: ontem, uma amiga me mostrou a loucura que essa artista vai fazer. Durante dez dias seguidos, Cecilia vai ficar suspensa de frente para um outdoor, e vai fazer a sua arte no mesmo seguindo sugestões de tweeteiros que usarem a hashtag #ScribeBillboard. De dia e de noite, seu trabalho vai sendo feito e ao final de dez dias, o que vai ser uma grande surpresa para todo mundo, finalmente ela vai ter terminado a obra.

Isso faz parte de uma ação de uma papelaria do México.


Fotógrafa usa fatias de pão para reproduzir obras de arte

Por Raphael Ezonne

Confesso que jamais seguiria a carreira gastronômica um dia apenas por uma razão: dá muito trabalho perder horas na cozinha fazendo um prato para depois alguém devorar tudo em poucos minutos. Para um fanático por cozinhar, pode rolar até o prazer de uma pessoa degustar algo que ele mesmo criou, mas para pessoas que trabalham com design, principalmente, estas gostam que seus trabalhos se tornem sempre visíveis e elogiados por um bom tempo.

A fotógrafa Brittany Powell decidiu usar sanduíches para reproduzir obras de arte de artistas conhecidos como Mark Rothko: pintor expressionista abstrato, nascido na Rússia e naturalizado estadunidense, Damien Hirst: um artista britânico, o mais proeminente do grupo Young British Artists, e Klimt: pintor simbolista austríaco.

Respeitando as características de cada artista, ela utilizou ingredientes para personalizar as fatias de pão. A série é chamada de “Sandwich Artist” e faz parte do projeto Low-Commitment Projects, uma parceria de Brttany Powell e Tae Kitakata.


Conheça o trabalho de Akiane Kramarik, a jovem que começou a desenhar aos 4 anos de idade

Por Raphael Ezonne

Confesso que esses casos sempre me dão medo. Vai falar que não é assustador quando você fica sabendo de alguma criança que tem um potencial bem maior do apropriado para sua idade, para exercer certas atividades que deixam qualquer adulto espantado. Já vi um garoto com habilidade de fazer contas matemáticas em pouquíssimo tempo, ou então outro que decorou todas as capitais de países do mundo inteiro, mas nada parecido com Akiane Kramarik.

A jovem hoje tem 18 anos, mas começou a receber elogios há muito tempo. Descendente de lituanos, a americana nunca frequentou um ambiente escolar, mas recebeu professores particulares em sua casa por toda a vida, talvez uma forma para não assustar os outros alunos e também para manter seu talento intacto.

A garota é desenhista, pintora, poeta e… aprendeu isso tudo sozinha, quando começou a esboçar os primeiros traços aos quatro anos de idade. Dos seis em diante, começou a realmente encantar a todos com suas pinturas. Tanto, que vendeu o seu auto-retrato por dez mil dólares.

Como ela mesma diz, sua arte é inspirada nas visões do céu, bem como em sua ligação com o Criador. Sua arte inclui paisagens, vida selvagem e pessoas.

Aos dez anos, ela participou de uma entrevista do programa de TV norte-americana The Oprah Winfrey Show, e também apareceu na rede CNN.

Em seu site, é possível ver todas as imagens criadas por Akiane, desde que ela tinha 4 anos. Acesse a galeria de seu site.

Nas imagens abaixo, pinturas de Akiane quando ela tinha 7, 11 e 13 anos de idade, respectivamente.


A arte de rua de Aryz

Por Raphael Ezonne

Arte de rua é algo que se populariza com muita facilidade em várias cidades do mundo, seja em qual país for. Nos bairros mais humildes, podemos encontrar talentos brilhantes que, se bem divulgados, se tornam conhecidos.

Desde 2004, Aryz desempenha seu trabalho de forma impecável.  Grandes murais, paredes de casas e muros em ruas, todos esses lugares são usados pelo artista, que usa cores vibrantes e traços sutis, contraste que provoca uma sensação agradável para quem vê.

O site do artista, onde é possível visualizar alguns de seus trabalhos, é bastante interativo. Com o cursor do mouse, é possível navegar pelas ilustrações. Clique para acessar.


O fantástico trabalho psicodélico de Alan Aldridge

Por Raphael Ezonne

Se você não acompanha com entusiasmo todos os cantos que a arte percorre, provavelmente não sabe do trabalho de Alan Aldridge. Isso não é nem um pouco ruim, porque os lados que ela alcança são muito profundos e amplos, mas trouxemos alguns dos trabalhos do artista que é internacionalmente conhecido e respeitado por todos que gostam do que ele faz.

A carreira de Aldridge começou em 1965, quando passou a atender o diretor de arte da Penguin Books, e começou a produzir ilustrações para capas de livros. Logo após, assumiu como diretor de arte, introduzindo seu estilo que ressoou como o estilo da época. Criou sua própria empresa de design, INK, que se envolveu muito com criação de imagens gráficas para os Beatles e a Apple Corps, e foi responsável por um grande número de capas de álbum, e ajudou a criar o estilo gráfico da época. Criou um série de livros de ficção científica para a Penguin Books. Causou grande sucesso com suas ilustrações para o Bealtes Illustrated Song Lyrics, um livro com ilustrações para algumas músicas dos Beatles. Também ilustrou o “The Penguin Book of Comics”, uma história de americana e britânica. Seu trabalho foi caracterizado por um desenho animado, estilo cartoon e suave aerografia – muito em sintonia com o estilo psicodélico da época. No cinema, desenhou os gráficos para a controversa filme de Jane Arden, o “Vagina Rex and the Gas Oven”, no London Arts Laboratory, Drury Lane. Ele é mais conhecido, porém, pela fotografia do livro The Butterfly and the Grasshopper Feast , uma série de ilustrações de insetos antropomórficos e outras criaturas, que ele criou em colaboração com William Plomer, que escreveu os versos que o acompanham, que foi baseado no poema de William Roscoes de mesmo nome, mas Aldridge se inspirou quando leu que John Tenniel disse a Lewis Carroll que era impossível desenhar uma vespa com uma peruca. Aldridge também cruou a arte da capa de Captain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy, de Elton John em 1975.


Conheça o trabalho de Cako Martin, que mistura a cultura pop com o graffite

 Por Raphael Ezonne

É da cultura pop, do dia-a-dia, da rua, do graffite e da música que o artista Cako Martin tira inspiração para o seu trabalho.

O rapaz deu entrevista ao Cherryouth e explicou pontos interessantes sobre a sua arte. Nascido e criado em São Paulo, Cako já teve diversos trabalhos divulgados na mídia. E não é por pouco. Ele pôde mostrar até onde sua criatividade poderia chegar quando assinou a exposição da Electrolux que comemora os 100 anos da fabricação do primeiro aspirador de pó da marca.

Foram disponibilizados seis aspiradores de pó do mesmo modelo, e Cako ficou responsável por personalizá-los da forma que quisesse. Então, o rapaz utilizou de acessórios que tivessem a ver com cada cômodo de uma casa, como o quarto das crianças, o do casal e de outros cantos, para deixá-los com características diferentes entre si.

Acesse o portfólio de Cako Martin e veja outros de seus trabalhos

Clique aqui para acessar a página de Cako Martin no Facebook

Segundo Ariel Werner, gerente de Marketing de Aspiradores de Pó da Electrolux, os aspiradores personalizados por Cako Martin circularão em exposições em diversos eventos pela cidade de São Paulo.

Além do trabalho com os aspiradores, Cako Martin diz ainda se sentir muito orgulhoso por ter outros projetos que tiveram uma grande repecussão, como as latas de Pascoa Nestlé, o brinde Toy Noel de Natal da TAM Airlines, a CowParade São Paulo, a Elephant Parade London e a Call Parade São Paulo.

Perguntado sobre o que ele esperava alcançar futuramente com o seu trabalho, ele respondeu: “Subir sempre mais um degrau. Sempre estamos crescendo, e sempre estamos aprendendo. Estudar muito e continuar podendo fazer o que mais eu amo o design e a arte. Acho que posso dizer arte, pois o design é uma arte e não apenas a funcionalidade do negócio”.

Cako diz que o que sempre fez de melhor desde criança era desenhar, até que um dia levou essa brincadeira a sério e resolveu ir à faculdade. O artista se diz apaixonado pelo design e pelas possibilidades que ele oferece para ele criar coisas novas: “Gosto muito de logotipia, o estudo para a construção da marca e tudo que o engloba é bem interessante”.


Ilustrador brasileiro encanta com seus traços e conta quando descobriu que tinha talento

 Por Raphael Ezonne

Desde quando tive contato pela primeira vez com o trabalho dele, me encantei instantaneamente com a leveza de seus traços. Figuras muito bonitas e que passam uma alegria só de você transitar com os olhos. É assim que eu mesmo descrevo o trabalho do ilustrador Thiago Motta, que mora em São José dos Campos, interior de São Paulo.

Em entrevista ao Cherryouth, o jovem artista contou que desde pequeno já sabia que era diferente das outras crianças. Nas aulas de educação artística, ele diz que a professora percebeu seu talento, e que ele não era pouco: “Lembro-me das professoras do pré falando com meus pais que eu tinha uma habilidade para desenhar maior do que as outras crianças e que deveriam investir nisso, porém minha família era muito simples e não pude fazer nenhum curso de desenho, então eu ficava em casa rabiscando folhas que sobravam dos cadernos escolares das minhas irmãs com os materiais”, disse Thiago em entrevista.

Visite o portfólio de Thiago Motta, clicando aqui 

Ele ainda conta que já teve alguns trabalhos que tiveram repercussão na mídia, como a  ilustração das 3 Divas, da peça musical “Priscila, A Rainha do Deserto”. Ele é fã do espetáculo e não pensou duas vezes: rabiscou-as numa folha de papel, digitalizou o desenho e postou nas redes sociais. Os compartilhamentos foram muitos e até as atrizes Simone Gutierrez, Priscila Borges e Livia Graciano que interpretam estas personagens na peça querem fazer um quadro com a ilustração. Ele ainda fez a Miss Segura, interpretada por Leandro Luna que também ficou maravilhado. Ele completa: “Já tenho alguns rabiscos para os próximos personagens e fazer ilustração dos espetáculos que assisto transformou num agradável passatempo. Outro desenho que obteve um destaque foi a Tracy Turnblad de “Hairspray”, com bastantes compartilhamentos e comentários”.

O gosto por ilustrações de temática infantil é quase uma paixão. Ele prefere desenhar nesses parâmetros porque gosta dos seus traços geométricos simples, o que torna-os muito expressivos e fofos. Entre outros trabalhos, Thiago já fez campanhas, diversos catálogos e outros projetos impressos e muitas ilustrações usando papel e lápis.


Brasileiro cria ilustrações realistas de celebridades

Por Raphael Ezonne

Quem é fã de algum artista sabe realmente o que esse artista brasileiro tem dentro de si e que dá motivação para criar este trabalho. O designer Renato Cunha, desde criança, gosta de fazer desenhos, o que era uma grande sensação na escola em que ele estudava.

Hoje em dia, ele homenageia seus artistas favoritos. Cantoras como Madonna, Adele e até as atrizes Anne Hathaway, Scarlett Johansson e Angelina Jolie, já foram inspiração para seu trabalho, que nada mais é do que a retração de artistas de forma expressiva e muito colorida.

Entre os famosos brasileiros que ele já desenhou, estão Camila Pitanga Ildi Silva e Ana Paula Arósio. Em entrevista à repórter Paula Maria Prado do Jornal Agora, o artista diz que é apaixonado por pop-art, de como são retratadas as celebridades e os ícones da cultura pop.

Em seu site oficial, é possível ainda visualizar os primeiros trabalhos do artista. Renato começou desenhando artistas que admirava, como Charlie Chaplin e os Beatles. No endereço é possível ainda ver as obras divididas em galerias. Na série Ouro, com o fundo dourado, aparecem bandas como The Rolling Stones, U2, Red Hot Chilli Peppers, Metallica e Guns N’ Roses.

Renato está finalizando mais uma categoria, onde incluirá suas ilustrações de pinups conhecidas. Ele conta que fez um desenho de Amy Winehouse, e teve trabalho, pois ele queria que ela ficasse sexy, não sendo vulgar ao mesmo tempo. Ele ainda comenta que fará imagens de Katy Perry, Lady GaGa e Rihanna.


Francesa faz obras de arte em rolos de papel higiênico

Por Raphael Ezonne

Já acompanhamos aqui no Cherryouth todo tipo de arte, certo? Mas o que veremos agora é uma técnica um tanto inusitada. A artista francesa Anastassia Elias criou surpreendentes obras de arte no interior de rolos de papel higiênico. Isso mesmo, a mulher, obviamente, deu um destino comum ao papel e apenas aproveitou os rolos, onde pode colocar em prática uma técnica muito cuidadosa.

Com o uso do rolo de papel higiênico, a ideia de profundidade pôde ser trabalhada junto a iluminação especial, e objetos de características de segundo plano podem ser notados de forma sutil.

Coisas rotineiras, como estender roupas no varal, ir à escola, jogar futebol e até pescar são retratados no projeto “Rouleaux”, de forma curiosa nos cilindros de papelão.


Vivo apresenta a Call Parade; artistas puderam mostrar seus trabalhos em 100 orelhões de SP

Por Raphael Ezonne

Sabe quando andamos pela Avenida Paulista e vemos alguma coisa criativa que nos faz soltar um “Só aqui em São Paulo mesmo pra ter isso”? Pois é, parece que mais uma vez essa expressão pode ser utilizada.

Recentemente, a Telefonica, empresa espanhola de telecomunicações que fundiu suas atividades com a portuguesa Vivo, mantendo apenas o nome da última, decidiu implantar em alcance nacional a sua nova marca e está usando a Call Parade em pontos estratégicos de São Paulo para promover de forma criativa o novo processo em que a empresa está passando.

A Call Parade, exposição urbana que expõe 100 cabines telefônicas estilizadas por São Paulo, já está nas ruas, e cada uma tem uma característica peculiar de cada artista que a criou. Entre artistas, turistas, profissionais, estudantes e até crianças, não teve uma só pessoa que não se encantou com os divertidos orelhões espelhados por oito circuitos artísticos na cidade.

Tem orelhão em formato de cérebro, outro com o capacete do piloto Ayrton Senna, morto em 1994, uns mais simples com as cores da empresa, e alguns até com homenagens a nossa terra da garoa.

Para escolher os artistas que criaram a arte dos orelhões para a Call Parade, foi feito um concurso na internet na qual o candidato enviava um projeto e um comitê formado por representantes de alguns segmentos da sociedade, observou critérios que vão da qualidade da obra ao ineditismo do projeto, assim como a viabilidade de sua execução.

Para saber onde ficam os 100 orelhões personalizados espalhados pela cidade, clique aqui.


Artista francês transforma objetos domésticos em pessoas e animais

 Por Raphael Ezonne

 A alegria do artista plástico francês Gilbert Legrand é deixar objetos do cotidiano com uma nova cara, mais divertida. Com tinta, cola e muita criatividade, algumas peças ficam quase irreconhecíveis.

Os artigos, sempre bem-humorados, são transformados pelo artista em pessoas, animais ou em algo que retrate situações rotineiras. São mais de setenta criações que podem ser vistas no site oficial de Legrand.

Uma pá de lixo vira, por exemplo, um super-herói, e um pincel passa a ser um garoto com cabelos espetados. São tantas ideias que, depois de conhecer o trabalho de Legrand, fica difícil enxergar os objetos de casa com os mesmos olhos de antes.


Site traz artes inspiradas em canções populares

 Por Raphael Ezonne
sexy and i know it - lmfao ♪ (http://choc.la/lfj)

Imagine se cada música tivesse um logotipo que a caracterizasse? Essa é a ideia do Tumblr “LogoMusica“, criado há quase um ano por Teófilo Viana, de 28 anos.

Ele disse em entrevista à Paula Maria Prado, do Jornal Agora, que criou o perfil na rede social em uma época em que precisava de emprego e de preencher o seu portfólio. Ele anota as ideias de novas imagens conforme ouve músicas ao longo do dia.

Com atualizações diárias, o projeto deu tão certo que atualmente, o Tumblr tem parceria com a gravadora Som Livre, onde seu trabalho é divulgado na página do Facebook da empresa.

Ele fez anteriormente uma parceria com o grupo Skank, em comemoração aos 20 anos da banda. Durante um mês, eram publicados nas redes sociais e no site deles, alguns de seus trabalhos.

É possível ainda que o internauta envie sua contribuição para o Tumblr de Teófilo. Apenas envie um e-mail para contato@logomusica.com.br.

jeitinho sexy - fat family ♪ (http://choc.la/5oh)“Jeito Sexy” (Fat Family)

adoleta - kelly key ♪ (http://choc.la/lnj)“Adoleta” (Kelly Key)

vem kikando - os hawaianos ♪ (http://choc.la/llm)“Vem Kikando” (Os Hawaianos)

cinco patinhos - xuxa ♪ (http://choc.la/lht)“Cinco Patinhos” (Xuxa)

balada boa - gusttavo lima ♪ (http://choc.la/i1l)“Balada Boa” (Gusttavo Lima)

que isso novinha? - mc saed ♪ (http://choc.la/gy6)
“Que isso novinha?” (Mc Saed)


Artista argentina usa animais mortos e gordura humana em suas criações

Por Raphael Ezonne

Sua arte já foi chamada de imoral, mas poderia ser denominada como “aberração” o que a estilista argentina Nicola Costantino faz com pele de humanos e animais.

É isso mesmo, como vemos nas fotos deste post, podemos encontrar acessórios que todos temos em casa, mas com uma particularidade. Sapatos feitos com pele humana, ou então criados a partir de fetos de animais, gordura humana na idealização de outras peças. Essa é a arte chamada de “underground” que a argentina faz em seu ateliê, em Buenos Aires.

O que ainda é mais intrigante é a artista segurando um sabonete feito com sua própria gordura. A instalação sensual, ao fundo da foto, tinha como slogan a provocação “venha tomar banho comigo”.

Além das peças de roupas, ela ainda confecciona esculturas de animais, que coincidentemente ou não, são feitos de materiais de animais mortos.


Artista cria retratos em envelopes antigos usando caneta esferográfica

Por Raphael Ezonne

Para o ilustrador inglês Mark Powell, uma caneta Bic e um envelope de alguma correspondência antiga são suficientes para a produção de obras magníficas. Quanto mais selos, machas de cola ou carimbos houver na carta, melhor. Mais marcas e detalhes ganharão a ilustração.

Nos desenhos de Powell, predominam velhos e sábios senhores. Nas ilustrações, os rostos se expressam pela multiplicidade de linhas que revelam a idade dos retratados e o talento do artista.


Artista cria quadros a partir das imagens contidas em selos

Por Raphael Ezonne

A artista americana Molly Rausch é apaixonada por correspondências postais. Tanto que, há 14 anos, ela desenvolve um projeto especial de pintura de selos. Com pincel, aquarela e guache, Molly dá asas à imaginação e cria a extensão para a imagem que encontra estampada no adesivo.

A ideia surgiu quando ela ganhou do pai um pacote de selos estrangeiros e uma cardeneta. Sem saber exatamente o que fazer com os presentes, Molly passou a desenhar livremente, unindo os dois itens.

O trabalho da artista envolve a colagem do original sobre um papel e a continuação do desenho pelo pincel. Molly já criou paisagens, ringues de boxe e até discos voadores.


Artista transforma livros já lidos em paisagens naturais

Por Raphael Ezonne

O artista plástico inglês Kyle Kirkpatrick gosta muito de livros. Além de lê-los, o rapaz cria esculturas com eles. Sua ideia principal é tirar os objetos do cotidiano de seu contexto usual, dando-lhes novas utilidades.

No processo de criação, Kirkpatrick entalha cuidadosamente diversas camadas do livro, como se ele fosse uma madeira, criando, assim, um cenário topográfico. Penhascos, vales, montanhas e sugestões de lados e corredeiras estão entre suas obras.

O artista ainda acrescenta à cena pequenas árvores, bichinhos, minúsculos objetos e bonecos.

As fotos do seu trabalho podem ser vistas no Flickr do fotógrafo Leo Reynolds, amigo de Kirkpatrick. Já no site oficial do artista, é possível conhecer mais obras criadas por ele.


Designer argentino produz desenhos inspirados em elementos marítimos, em Florianópolis

Por Raphael Ezonne

Quem gosta de praia vai curtir os desenhos de Victor Grosman, mais conhecido como Viti. Sereias, botos e outros símbolos das águas podem ser vistos em suas obras.

Florianópolis, ilha onde o designer mora, é responsável por boa parte de suas inspirações.

O artista diz que desenha desde que era criança, mas as artes plásticas eram consideradas apenas um hobby. Há sete anos, Viti começou a investir profissionalmente em ilustrações , se mudando posteriormente para Florianópolis.

Misturando as técnicas de pintura e de grafite, cada obra leva em média três horas para ser feita. Elas podem ser vistas não só em galerias de arte, mas, principalmente, nas ruas de cidades como São Paulo e Florianópolis, e, no exterior, em Nova York, Londres e Budapeste.


Nina Pandolfo: conheça sua arte de rua que usa cores suaves e expressão

Por Raphael Ezonne, adaptado de UOL

Cores delicadas, referências lúdicas e meninas de olhos grandes e expressivos. Essas são algumas das características que fazem parte do trabalho da artista brasileira Nina Pandolfo, que lançou nessa segunda-feira (3) a biografia “Nina”.

“Tentei contar a minha trajetória. Quando comecei, pintava uns 20 grafites por fim de semana, então foi difícil escolher. Fiz uma cronologia, desde 92, e usei algumas imagens mais antigas pra ilustrar o texto que conta a história”, conta Nina em entrevista ao portal de notícias UOL.

“Um dia estava entre amigos falando sobre livros, sobre como contam a história do passado e ficou nisso. Um dia encontrei a Eliana (colecionadora de obras e fã do meu trabalho) e na SP Arte estávamos conversando sobre uma obra minha. Ela me fez o convite para fazer o livro. Não acreditei”, conta.

Desde o encontro com a colecionadora até o lançamento, passou cerca de um ano, período em Nina participou diretamente do processo criativo do livro. “Sentei do lado pra tratar imagem, mexer nas cores, não entendo muito de computadores, mas mexi em tudo”, explica.

O livro conta com desde seu primeiro grafite, pintado na rua em São Paulo em uma noite em 92, até o castelo pintado na Escócia com OsGêmeos em 97 – Nina é casada com dos membros da dupla, Otávio. “O castelo foi um momento muito importante da minha carreira e agora está rolando um processo para ele ser tombado como patrimônio histórico. Na cidade, ele já virou cartão postal, capa de guia de turista. Pra mim foi uma honra representar o Brasil. A bandeira do país em cima da bandeira da Escócia. Senti a responsabilidade de um atleta olímpico”.


Rock in Rio: rede de restaurantes lança pratos customizados

Por Raphael Ezonne

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“Rock in Rio” é o tema da nova campanha da rede Spoleto. Cinco artistas brasileiros desenvolveram oito pratos, da série “Arte e Rock”, exclusivos e colecionáveis. Anna Anjos, Combone, Apolo Torres, Mack Viralata e Kajaman assinam esta nova série, inspirada no megaevento Rock In Rio, que acontece em setembro no Rio de Janeiro. As peças reproduzem o traço principal de cada artista e exploram a música em suas diferentes tribos e expressões.

A coleção faz parte do projeto cultural Spoleto, que há quase uma década dissemina em seus 243 restaurantes a street art brasileira, estimulando e viabilizando a arte contemporânea em todo o país. O Spoleto investiu R$ 1,2 milhão na iniciativa e distribuirá, a partir de 20 de agosto, 180 mil pratos em 23 estados e no Distrito Federal. As peças de porcelana vieram da China, onde a empresa foi buscar a verdadeira louça chinesa como base para essa nova coleção.

A coleção de pratos apresenta oito modelos diferentes pintados pelos cinco artistas, que este ano serão lançados em duas etapas. Os quatro primeiros, que contemplam a coleção Arte da campanha, estarão nos restaurantes a partir de 20 de agosto. Serão dois de autoria de Anna Anjos e os outros de Mack Viralata e Kajaman. A partir do dia 20 de setembro, dois modelos de Combone e dois de Apolo Torres serão lançados na segunda fase da campanha, a coleção Rock. Para obter os pratos, os interessados devem comprar uma refeição Spoleto (prato + bebida), acrescentar mais R$ 5,90 e escolher a peça exclusiva que desejarem. O produto também será vendido separadamente por R$ 20,00 (vinte reais).


Artista recria obras de arte famosas feitas de lixo

Por Raphael Ezonne, adaptado de UOL

Quem vê as obras do artista plástico Chris Jordan não imagina do que elas são feitas. No lugar de tintas e pinceis, sua matéria prima é o lixo.

O objetivo principal de seu projeto é chamar a atenção para a quantidade de resíduos produzida nos Estados Unidos. Suas obras, sempre gigantescas, reproduzem quadros famosos.

“O Nascimento de Vênus”, de Sandro Botticelli, foi recriada com sacolas plásticas. Já “Uma Tarde de Domingo na Ilha de grande Jatte”, de Georges-Pierre Seurat, ganhou uma versão com latas de alumínio. Ainda há outras obras reproduzidas com coleiras de cães e gatos e com cartões de crédito, entre outros materiais.


Obras viram pinturas faciais em projeto de universitário

Por Raphael Ezonne

 

Andy Alcala é um jovem artista de 20 anos que encontrou em seus autorretratos fotográficos uma forma de arte. Na série “Face Artists”, Andy usou a experiência nas aulas de arte na Universidade de IOWA, nos Estados Unidos para reproduzir no rosto obras icônicas. Na foto acima, obra “Campbell’s Soup Can”, de Andy Warhol (1962). As fotos das pinturas de Alcala estão disponíveis em seu Flickr para venda. Ele também reproduz a obra do grafiteiro Banksy,”Girl With Balloon”, a obra “Trans Flux”, do americano Kenneth Noland pintada em 1963,  ”Untitled 1975″, de Jasper Johns, e até ”The Scream” (1893).


Ruas de todo o mundo são alvo de arte em 3D

Por Raphael Ezonne

Americano cria arte em 3D nas ruas de todo o mundo (2011)

Com experiência na Nasa e a ajuda da geometria, o artista americano Kurt Wenner especializou-se em criar ilusões de ótica nas calçadas de dezenas de cidades do mundo.

Agora, esse trabalho está sendo compilado no livro Asphalt Renaissance, que será lançado em 2 de agosto.

O interesse pela arte de rua surgiu há quase 30 anos, quando o artista começou a desenhar em calçadas de Roma, Itália, na tentativa de obter sustento.

“Eu observava os tetos barrocos, muitos deles com trabalhos de perspectiva”, disse por telefone à BBC Brasil. “Comecei a experimentar nas ruas.”

O uso da perspectiva já era aplicado na arte europeia para dar a ilusão de figuras flutuantes nos afrescos pintados nos tetos barrocos. Wenner usou noções de geometria para criar ilusões que, vistas a partir de um determinado ponto, dão a impressão de três dimensões na arte de rua.

Os cálculos são feitos sem computadores. Wenner usa régua, compasso e pedaços de barbante colados no chão para definir como será a visão da sua obra a partir de determinados pontos de vista.



Judith G. Klausner: Arte em Oreo

Por Raphael Ezonne

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Judith G. Klausner é uma artista com especial interesse pelas coisas “pequenas, intrincadas e esquecidas” da vida.

Talvez por isso crie muitas de suas peças usando um material aparentemente banal, mas com possibilidades estéticas bem interessantes: comida.

Em uma de suas séries, a norte-americana transforma os clássicos biscoitos Oreo em telas para a criação de seus retratos, usando o recheio do doce para dar forma a bustos de homens e mulheres com ar clássico.

Veja essas curiosas criações abaixo.

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