Também Vai Gostar De #10: The Joy Formidable
Por Raphael Ezonne
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Com uma passagem recente por São Paulo, a banda neozelandeza The Naked and Famous, referência no estilo indie rock, agradou aos expectadores que compareceram ao Cine Joia, local onde se apresentaram.
Em 2010 lançaram seu single “Young Blood”, que estreou na parada da Nova Zelândia em número um, além de seu primeiro álbum de estúdio, “Passive Me, Aggressive You”, em setembro daquele ano.
Em dezembro de 2010, a banda foi citada como revelação em um artigo intitulado “Sound of 2011″ publicado pela BBC.
Depois de muitas críticas positivas, em 2011 a banda venceu várias categorias no “New Zealand Music Awards”, sendo a destaque da premiação.
Os principais singles da banda são ”All of This”, ”Young Blood”, ”Pushing In a Dream” e ”Girls Like You”.
E aproveitando ainda essa vibe, apresento a vocês a banda The Joy Formidable.
O trabalho deles também é pouco divulgado, porque se trata também de um grupo independente. Formados em 2007 no Reino Unido, eles tem algumas músicas conhecidas no meio, como “Whirring”, “Greyhounds In The Slips” e “Popinjay”.
Já saíram em turnê e participaram de abertura de grandes shows, chegando também a fazer apresentações precedidas de shows de Paul McCartney e junto também ao grupo Passion Pit.
Quem gosta de The Naked And Famous tamém vai gostar de The Joy Formidable.
Também Vai Gostar de #9: Azealia Banks
Por Raphael Ezonne
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A seção TVGD de hoje traz uma cantora que está sendo muito comentada nas redes sociais, em todo o mundo. Lana Del Rey, fanática por Kurt Cobain e o grupo ao qual ele pertencia, o Nirvana, tem apenas 25 anos, idade onde a maioria dos artistas vêem seu sucesso decolar de uma hora para outra, da mesma forma que ele pode terminar.
Lana Del Rey: criticada por internautas, cantora vê seu sucesso crescer
Digo isso porque, da mesma forma que existem os fãs hipsters que não ficam sem escutá-la, existem os que a ouvem ocasionalmente, isso porque preferem algumas músicas, e não outras.
Sua canção de maior sucesso atualmente é “Born to Die”, do álbum recém-lançado de mesmo nome. “Video Games” foi o primeiro que deu reconhecimento ao seu trabalho, também pertencente ao seu segundo álbum.
Agora, com apenas 20 anos de idade, conhecemos a jovem Azealia Banks, nascida no Harlem, nos Estados Unidos. Sua primeira gravação, “Seventeen”, a colocou no radar de muitas gravadoras imediatamente.
Azealia Banks é uma artista versátil, que apresentou faixas como “L8R” e sua capa célebre da Interpol ”Slow Hands”, além do sucesso “212″ A colaboração no EP do Major Lazer e sua aparição na Nike Sportswear 1Love Vídeo elevou seu perfil nos últimos dois anos e manteve fãs na expectativa para seu próximo lançamento.
Azealia se prepara para o lançamento de seu primeiro, a estreia que vai marcar ainda mais sua carreira.
Também Vai Gostar de #8: Ra Ra Riot
Por Raphael Ezonne
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O rock alternativo da banda francesa Phoenix já se tornou bastante popular desde que eles iniciaram a carreira, no final da década de 90. Vencedora do Grammy francês, é fundada por Thomas Mars, Deck D’Arcy, Christian Mazzalai e Laurent Brancowitz no subúrbio de Versailles, na mesma cena cultural que produziu no final dos anos 90 bandas como Air e Daft Punk.
A banda francesa Phoenix extrai elementos de uma formação eclética dos anos 80 para chegar ao seu som rock-synthpop. O vocalista Thomas Mars, o baixista Deck D’Arcy e, o guitarrista e Christian Mazzalai eram de uma banda de garagem que ensaiava na casa de Mars, nos subúrbios de Paris. O irmão mais velho de Deck, Branco Mazzalai, se juntou à banda na segunda guitarra quando sua banda, chamada Darlin, se dissolvia em 1995, completando o quarteto.
Com 4 álbuns lançados, conseguiram tranformar 11 músicas em singles conhecidos, entre eles “Lisztomania”, “Run Run Run” e “1901″.
Nesse mesmo cenário e que pode ser um pouco comparado, que chegamos em Ra Ra Riot. Também com o estilo indie rock, Ra Ra Riot é uma banda que se formou em Syracuse, New York, Estados Unidos, em 2006. A banda é constituída por Wes Miles (vocais, teclados), Milo Bonacci (guitarra), Matthieu Santos (baixo), Alexandra Lawn (violoncelo, teclados, vocais), Rebecca Zeller (violino) e Gabriel Duquette (bateria). O baterista original da banda, John Pike, morreu em Fairhaven, Massachusetts em junho de 2007, se afogando na Baía de Buzzards, logo após um show em Providence, Rhode Island. A banda continuou e lançou seu debut álbum completo The Line Rhumb em 2008. A banda lançou seu segundo álbum, The Orchard em já em 2010.
Phoenix – “1901″
Ra Ra Riot – “Boy”
Também Vai Gostar de #7: Cher Lloyd
Por Raphael Ezonne
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Você conhece o single “Party in The USA” de Miley Cyrus, certo? O que isso tem a ver com Jessie J? Bem, antes de começar a gravar suas músicas, assim como Ke$ha, a bela morena escrevia letras de músicas para a atriz que interpretava Hannah Montana, no Disney Channel, e ainda para cantores como Chris Brown e Rihanna.
Ela descreve suas composições como “Eu sou meio artista, meio terapeuta”. Ela lançou seu single debut, “Do It Like a Dude” em de novembro de 2010, alcançando a posição 2 na UK Singles Charts. Ela disse que tinha escrito a música para Rihanna, mas sua gravadora lhe disse para guardar a música pra si mesma. Jessie J revelou que seu próximo single seria intitulado “Price Tag”, um dueto com B.o.B. Após o lançamento, foi direto para o número 1 na UK Singles Charts, Irish Singles Charts e New Zealand Singles Charts, e também alcançou o top 10 em outros 19 países. A música permaneceu no topo das paradas britânicas por duas semanas consecutivas. Jessie lançou seu álbum debut, Who You Are, tornando-se um dos álbums mais vendidos em 2011, vendendo aproximadamente 600 mil cópias apenas em solo britânico. O álbum alcançou o número 2 no Reino Unido.
Já Cher Lloyd, que ficou famosa depois de sua aparição no programa britânico The X-Factor, atualmente se prepara para o lançamento de seu primeiro álbum – que tem como primeiro single “Swagger Jagger”, que chegou ao número 1 nos charts britânicos.
Durante sua participação no X Factor, onde fez sua audição com a música “Turn My Swag On”, de Soulja Boy (porém, com uma versão da cantora Keri Hilson), ela encantou os jurados e recebeu o “sim” de todos.
A garota doce e tímida que entrou no palco se transformou numa rapper de primeira durante sua performance. Além de cantar usufruindo de “caras e bocas”, Cher Lloyd fez poses e caminhou no palco com segurança, o que arrancou aplausos muito animados do público, que ficou de pé ao fim de sua apresentação. Cher foi eliminada do X-Factor na final, conseguindo a quarta colocação.
Jessie J – “Price Tag”
Cher Lloyd – “Swagger Jagger”
Também Vai Gostar De #6: Christina Perri
Por Raphael Ezonne
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Sucesso em vários países, a cantora britânica Adele vem conquistando grande reconhecimento por onde passa. Com apenas 23 anos e dois álbuns lançados, a bela foi a primeira a receber o prêmio Critics’ Choice do BRIT Awards e foi nomeada “artista revelação” em 2008 pelos críticos da BBC. Em 2009, Adele ganhou dois Grammy Awards de “Artista Revelação” e “Melhor Vocal Pop Feminino”.
Alcançou a fama nos Estados Unidos ao se apresentar no programa Saturday Night Live. Teve reconhecimento mundial ao lançar seu segundo álbum, “21″, em 2011, que originou o hit “Rolling In The Deep”. O álbum foi um sucesso comercial e com a crítica, vendendo, no Reino Unido, mais de 200 mil cópias na primeira semana. Também liderou as paradas de vendas em vários outros países.
Depois de apresentar-se no Brit Awards 2011, “Someone Like You” chegou ao 1º lugar das paradas de sucesso no Reino Unido, enquanto o álbum também permaneceu como número um.
Ainda nesse sucesso, talvez explorando um pouco mais o mundo soul da música internacional, que encontramos Christina Perri. Não tão famosa quanto Adele, essa cantora americana tem uma voz doce e agradável que inspira. “Jar of Hearts”, seu primeiro single, foi apresentado pela primeira vez no “So You Think You Can Dance”. Perri assinou um contrato com a Atlantic Records em 21 de julho de 2010, seu single “Jar Of Hearts” também foi jogado no “Tonight Show” com Jay Leno em 29 julho de 2010. Antes de apresentar a canção em SYTYCD, Perri trabalhava como garçonete no café Melrose, em Los Angeles. Seu segundo single, “Arms” foi lançado em 15 de março e seu primeiro álbum intitulado “Lovestrong” foi lançado em maio deste ano.
Adele – “Someone Like You”
Christina Perri – “Jar of Hearts”
Também Vai Gostar de #5: Vanbot
Por Raphael Ezonne
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Ela está sendo exaltada com frequência em todas as redes sociais, e muitos estão ansiosos pelo lançamento de seu CD. Como já foi divulgado anteriormente aqui mesmo no Cherryouth, as músicas de Nicola Roberts tem feito bastante sucesso nas pistas, ainda mais com remixes que, por muitas vezes, têm até sido melhores que as versões originais.
Juntamente com Nadine Coyle, Cheryl Cole, Sarah Harding e Kimberley Walsh, Nicola fez parte do Girls Aloud, um grupo de meninas formado pelo programa Popstars: The Rival, na Inglaterra. Além de cantora, Nicola também é empresária, possui uma linha de maquiagem chamada dainty doll e tem forte ligação com o mundo fashion. Ela se torna a terceira integrante a seguir carreira solo. Em dezembro de 2010, Nicola assinou contrato com a Universal Music para lançar seu primeiro album solo Cinderella’s Eyes.
O primeiro single é a faixa “Beat of My Drum” produzida por Diplo & Dimitri Tikovoi. O b-side de “Beat Of My Drum” é “Disco, Blisters & a Comedown”.
Quase seguindo a mesma linha, que encontramos Vanbot. Descrito como “a música que ama o sintetizador, vive para o nervo e anseia para dançar”, é formado por Vanessa, uma menina da cidade de Estocolmo, na Suécia, que é impulsionado pela intencionalidade, inspirando canções, que nascem durante passeios de bicicleta durante a noite da cidade. Moldado por um nervo e formado com batidas, eles vêm à vida no pequeno estúdio com o worldmap oversized onde os sonhos podem voar.
Nicola Roberts – “Beat of My Drum”
Vanbot Album
Também Vai Gostar de #5: Is Tropical
Por Raphael Ezonne
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Wolf Gang já é uma banda um pouco mais conhecida, agora que dois anos se passaram desde a sua formação. São um grupo alternativo de rock sinfônico da Inglaterra, assim como tantos outros que vem daquele país. Já trabalharam com diversos músicos, tanto na composição de suas músicas como em remixes especiais que tocam nas noites londrinas, consideradas uma das melhores do planeta.
Já foi responsável por aberturas de shows com Florence And The Machine, Miike Snow e Metric. Em setembro do ano passado, fizeram sua primeira turnê fora de seu país, em Parklife, na Austrália.
Com apenas um álbum, “Suego Faults”, lançado pela Atlantic Records, transformaram quatro músicas em singles principais do projeto. Entre elas, as mais conhecidas são: ”The King and All Of His Men”, ”Lions In Cages”, ”Dancing With The Devil” e ”The King and All Of His Men (re-release)”.
E ainda no mesmo segmento, porém não com uma melodia tão semelhante quanto a dos londrinos Wolf Gang, que apresentamos o “Is Tropical”, que estão há mais tempo na estrada.
Alguns podem conhecê-los melhor, porém não com tanta certeza. Os rapazes, assim como o duo Monarchy, não mostram o rosto nem dentro e nem fora das apresentações. Seus videoclipes usam de personagens externos para representar a letra de suas canções. Este trio formado por Simon Milner, Gary Barber e Dominic Apa, caiu na graças da mídia depois de sair no “Kitsuné Maison 10″, álbum de compilações musicais da grife de moda francesa que também possui um selo de música eletrônica, e que já “lançou” outros nomes como Two Door Cinema Club, Classixx, The Twelves e muitos outros.
Entretanto, o trio já é ovacionado em seus shows por suas performances animadas com bandanas coloridas cobrindo seus rostos e vídeos caseiros exibidos em um telão.

O trio ganhou notoriedade após o lançamento do vídeo polêmico da faixa “The Greeks” que mostra crianças em “inocentes” brincadeiras com animações que “traduzem” a imaginação das crianças em batalhas sangrentas, gangues e lutas, como na imagem acima retirada do clipe.
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Wolf Gang – “Lions In Cage”
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Is Tropical – “The Greeks”
Também Vai Gostar de #4: Hey Champ
Por Raphael Ezonne
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Um electro-pop que abusa do falsete e timbres oitentistas, a música do Monarchy é grooveada, classuda, cheia de insinuações melódicas que recobrem a coisa toda com doses generosas de sensualidade. A dupla inglesa Monarchy se esforça para manter a aura de mistério que cerca sua música. Eles já fizeram remixes para Ellie Goulding, Kelis, Lady Gaga, Marina & the Diamonds etc.
Recentemente, eles eram chamados de “Milke” e chegaram a lançar quatro singles de pop house. Como as coisas não funcionaram muito bem para o Milke, foi hora de recomeçar. Peter Uzzle e Edward Nigma, respectivos nomes fictícios do DJ e produtor australiano radicado em Londres, Andrew Kornweibel, mais o vocalista Ra Khahn – lançaram o primeiro single como Monarchy, “Gold In The Fire”, com a dramática “Black, The Colour Of My Heart” no lado B. Com uma orientação synthpop e claramente menos direcionado à pista de dança, o single seguinte “The Phoenix Alive” causou furor na blogosfera e colocou o Monarchy na ordem do dia, tanto que chegou a ser a banda mais blogada durante o período de um mês.
Já os rapazes do Hey Champ, que começaram muito jovens no mundo da música, tem uma proposta um pouco semelhante do que o Monarchy, porém, com uma identidade revelada, e com sucesso. Os integrantes do grupo, Saam Hagshenas e Jonathan Marks descobriram juntos que poderiam usar do que faziam melhor para ainda tirar uns trocados.
Após a formatura de Saam na faculdade, cursando direito, Pete Dougherty que é parceiro de Jon, um dos integrantes, se mudou até Chicago, onde os outros dois moravam, para finalizar o line-up do grupo.
A música deles incorpora influências do indie-rock e power-pop.
Também Vai Gostar de #3: Simon Curtis
Por Raphael Ezonne
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Matt, ou M. Pokora é filho do ex-jogador francês André Tota. Ganhou o programa “Popstars”, junto com mais dois rapazes, no final de 2003, formando o Linkup. Após o fim do grupo, M. Pokora começou uma carreira solo, trabalhando com os produtores de Hip Hop e R&B, Kore & Scalp. Em 2004, inicia sua carreira como “Matt Pokora”. Seu primeiro álbum solo foi lançado em 2004, intitulado M. Pokora. Lançou o single “Elle me controle”, que lhe rendeu dois prêmios no NRJ Music Awards. Em 2005, ele foi obrigado a mudar seu nome por causa uma processo judicial deito pelo cantor francês Matt Houston. Como resultado, ele mudou o seu nome para “M. Pokora“.
Músicas como “Mirage” e “Spider Web” são as mais famosas do cantor.
No caso do cantor Simon Curtis, ele traz uma lição de vida que aprendeu quando tinha apenas dez anos. Diagnosticado com leucemia, a doença o fortaleceu, então resolveu lutar com muito mais garra para conquistar seus objetivos, principalmente o de cantar.
Inspirado pelos cantores pop teens como Britney Spears e ’N Sync, Simon decidiu gravar sua primeira demo. Apresentou seu trabalho à dois produtores, porém eles não gostaram do trabalho dele, dizendo que parecia uma criança de Broadway e que jamais assinariam um contrato com aquele tipo de som. Simon então decidiu seguir o conselho deles e deixou de atuar em musicais. Começou a trabalhar melhor sua voz e a se encontrar em um gênero próprio.
Aos 16 anos Simon se encontrou com o produtor local Jadion, que lhe ofereceu um cartão de visita depois de vê-lo vencer a competição Britney Spears Superstar Karaoke, em Tulsa, nos Estados Unidos. Simon então começou a compor suas próprias canções, inspiradas no trabalho de Britney Spears e começou a surgir o EP Alter Boy.
Compare as músicas dos dois cantores e veja se quem gosta de Matt Pokora pode gostar também de Simon Curtis.
- M. Pokora – “Spiderweb”
- Simon Curtis – “Diablo”
Também Vai Gostar de #2: Daniel Merriweather
Por Raphael Ezonne
“Black and Gold”. A famosíssima canção do cantor australiano Sam Sparro foi regravada por diversos artistas. A cantora Ellie Goulding, a americana Katy Perry e até a banda dinamarquesa Alphabeat fizeram suas versões. Com ascendência portuguesa, Sam Sparro na verdade é Sam Falson, mas graças a um personagem de uma rádio australiana, de nome Sammy Sparrow, ele adotou o sobrenome do tal, onde era chamado posteriormente como apelido por membros da família.
Sam Sparro possui apenas um álbum lançado, que leva o seu próprio nome, e se encaixa nos gêneros House, R&B, Electropop, Electrofunk, e até Soul Music, mas não foi tão bem aceito pelo principal público que é levado em consideração para avaliações de melhor performance. Nos Estados Unidos, na semana de lançamento, ele alcançou a nona posição de CDs mais vendidos, e em seu país natal, a Austrália, ficou em vigésimo terceiro. Porém, alcançou o disco de ouro, posteriormente.

Agora, o também australiano Daniel Merriweather (foto acima), no auge dos seus 29 anos, também lançou seu primeiro disco, há dois. Depois de várias colaborações de sucesso com artistas como Mark Ronson, ele lançou seu primeiro álbum oficial, “Love & War” ,em junho de 2009, como número dois nas paradas inglesas. A primeira gravação de Merriweather é lançada comercialmente em uma participação especial na faixa ”All I Want”, do álbum australiano de dança Montego Disco auto-intitulado em 2002. Este foi seguido por uma aparição no álbum de Mark Ronson “Here Comes the Fuzz” (“She’s Got Me “) em 2003. Sua estreia solo foi com o single ”City Rules “ (produzido por Ronson e com pancadas do New York MC Saigon), seguido, no início de 2004, com o já mencionado “She’s Got Me”, lançado com seu acompanhamento. Embora nenhuma música teve algum sucesso comercial enorme, tanto as canções se tornaram favoritos nos clubes australianos e os círculos de música urbana, e ganhou prêmios, com “City Rules “.
Compare as duas músicas da maior sucesso de Sam Sparro e de Daniel Merriweather e nos responda: “Afinal, quem gosta de Sam Sparro, também vai gostar de Daniel Merriweather?”.
Também Vai Gostar de #1: MSTRKRFT
Por Raphael Ezonne
O DJ escocês Calvin Harris é bastante conhecido no mundo da música. Músicas como “Flashback” e “Ready For The Weekend” são as principais de um de seus álbuns. Começou a trabalhar com música aos 15 anos, quando aos 18, lançou os singles “Da Bongos” e “Brighter Days” pela gravadora Prima Facie com o codinome de “Stoufler”. Em 2007, o músico lança o seu primeiro debut, I Created Disco, que mistura electroclash, disco music, pop e new wave, além de claro, com um toque próprio do músico. Para divulgar o disco, Calvin saiu em turnê pela Inglaterra com o Faithless e o Groove Armada. Além disso, a carreira de produtor do músico cresceu, trabalhando com músicos como Dizzie Rascal, Kylie Minogue, Róisín Murphy, Sophie Ellis-Bextor e a dupla britânica The Mitchell Brothers.
Já os caras do MSTRKRFT seguem uma linha um pouco semelhante, tendo os mesmos fãs de Calvin. Canadenses, o grupo foi formado em 2005 por Jesse F. Keeler, ex-integrante do Death from Above 1979 e Al-P, ex-integrante do grupo de electropop Girlsareshot. Al-P também produziu o debut do Death from Above 1979, You’re A Woman, I’m A Machine além de vários compactos do Black Cat #13, também de Jesse. O MSTRKRFT também produziu o primeiro EP do Die Mannequin, “How to Kill”.

Antes de lançar seu primeiro álbum, em 2006, o grupo já tinha feito remixes para bandas como Wolfmother, The Gossip e The Kills. Também participaram do álbum Romance Bloody Romance, uma coletânea de remixes lançada pelo Death From Above 1979. Após lançar o álbum e dois singles de sucesso, a banda trabalha no segundo disco, em que Al-P comentou as novas influências na sonoridade “Pesado, disco underground e muito house com pitadas de rock americano“. Em 2007, a banda cancelou uma apresentação que faria no Skol Beats, o que gerou desapontamento entre os fãs da banda. A assessoria de imprensa do grupo informou que os músicos tiveram um problema com o vôo que o trariam de Buenos Aires à São Paulo. O grupo também lotou a tenda do super festival Coachella do mesmo ano.
Compare as duas músicas e veja se os fãs dos dois artistas têm motivos suficientes para aderirem à música de ambos.
























