Marido retrata em projeto fotográfico a luta do câncer de sua esposa, até a morte

Por Raphael Ezonne
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As imagens que aparecem nesta postagem podem ser reproduções de outros sites e Cherryouth não reivindica nenhum crédito para si, a não ser que especificado. Se você (ou sua empresa) possui os direitos de alguma imagem e não quer que ela apareça em Cherryouth, favor entre em contato e ela será prontamente removida sob critério de avaliação.

Deve ser o projeto fotográfico que mais me deixou tocado, nesses três anos de Cherryouth. Ao mesmo tempo que pode parecer desnecessário expor a imagem de alguém doente, também serve como prova de amor e companheirismo de um casal que levou realmente a sério a promessa de casamento, principalmente na parte “na saúde e na doença, até que a morte nos separe”.
Angelo Merendino é o cara em questão, e se apaixonou à primeira vista por Jennifer, sua esposa, com quem se casara um ano depois de conhecê-la. Cinco meses depois, ela recebeu o diagnóstico de câncer de mama. Ele conta em seu site, o “My wife’s fight with breast cancer” que lembra do exato momento, da voz de Jennifer e da sensação de dormência que o atingiram quando ficou sabendo e de como esta sensação nunca foi embora. Ele também nunca se esqueceu de como se olharam e se deram as mãos e disseram um para o outro que estavam juntos e que ficariam bem.
Neste projeto, ele retratou em imagens a luta de Jennifer contra o câncer. Todos os momentos bons que passaram juntos, e os mais difíceis, inclusive a morte, onde ele reproduz de forma mais tranquila ao mostrar a cama vazia, e também o túmulo da amada.
Fotógrafo cria projeto de conscientização à prevenção do câncer de mama em jovens

Por Raphael Ezonne
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Que o câncer de mama é uma das doenças que mais acontece entre as mulheres, todo mundo sabe. Que a prevenção contra ele é uma causa que mobiliza vários artistas e promove vários eventos a favor, também não é novidade para ninguém. Mas o que o “Scar Project” faz é mostrar pessoas que passaram por este problema tão difícil, mas que conseguiram lutar contra a doença, por mais que tenham na pele alguma marca desta batalha.
David Jay é fotógrafo de moda há mais de uma década e, inserido neste meio, ele já está acostumado com os dilemas da mulher, em se preocupar com sua imagem, a busca pelo corpo perfeito e a ditadura da magreza. O que ele faz neste projeto é alertar as mulheres para o perigo do câncer de mama. Porém, são dois os grandes diferenciais: o primeiro é o público alvo, que é o de mulheres jovens; o segundo é a honestidade com que ele procura mostrar a doença.
Se você tem pavor por cicatrizes, não continue vendo as imagens. Por mais fortes que sejam as marcas, nada foi mais forte do que a força de vontade de cada uma dessas mulheres em enfrentar esta doença.




Fotógrafos criam “intervenção cirúrgica” com colagens de revistas

Por Raphael Ezonne
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Acho que você já se olhou no espelho e encontrou alguma coisa no corpo que gostaria de ser mudado, não é mesmo? Dar uma afinada no nariz, aumentar os lábios e dar uma diminuída nas orelhas. Coisas assim são sempre resolvidas com cirurgias plásticas, mas os fotógrafos Metra Bruno e Laurence Jeanson criaram um projeto em que utilizam recortes de revistas com fotos de modelos e usam partes dos rostos destes em pessoas de verdade.
Homens com lábios femininos, estrábicos com olhos normais, pessoas com olhos castanhos e agora de olhos azuis: toda mudança que é exigida pelo mundo da moda para mostrar às pessoas um padrão de beleza aceitado por eles mesmos é colocado nos rostos de pessoas que sofrem com o passar do tempo.




Fotógrafa desfigura rostos de pessoas em projeto “Cirurgia Cósmica”

Por Raphael Ezonne
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Multifacetas. É assim que descrevo os rostos totalmente desfigurados dos modelos que participam do projeto “Cosmic Surgery” pela fotógrafa Alma Haser.
Traduzido para o português, o nome do trabalho significa “Cirurgia Cósmica”, que pode ainda associar a procedimentos cirúrgicos inserindo formas de asteroides e estrelas do espaço, com efeito tridimensional, sempre colocados à frente de rostos de pessoas. Em algumas imagens, as formas possuem tantas faces que dificulta saber onde estão realmente os olhos e boca, por exemplo.



Fotógrafo cria projeto onde é puxado pela namorada em viagens pelo mundo

Por Raphael Ezonne
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Existem diversas formas de você mostrar que ama alguém, mas essa deve ser uma das mais inusitadas que você deve ter visto na internet. O fotógrafo russo Murad Osmann tirou algumas fotos das viagens que fez com a sua namorada, a também russa Nataly Zakharova. Porém o que é mais bacana em seu projeto é a forma como ele tirou as fotos da garota: sempre com ela de costas o puxando pela mão. Um gesto que enfatiza a união dos dois, e ainda exalta a bela paisagem de fundo nos momentos que ambos passaram juntos.
O projeto que foi batizado de “Follow Me”, que em português significa “Siga-me”, mostra as paisagens de lugares como Veneza, Hong Kong, Bali e Áustria.





Pessoas levitam de verdade em projeto do fotógrafo David Nemcsik

Por Raphael Ezonne
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Já pensou se todos nós pudéssemos flutuar? Esse é um dom que muitos levitadores dizem ter, o que não é nada comprovado, mas pelo menos nas imagens abaixo é possível ter uma ideia de como seria se pessoas tivessem essa habilidade.
O fotógrafo David Nemcsik criou o “The Levitation Project”, que mostra pessoas comuns flutuando em ambientes agradáveis. Desde um estacionamento até uma floresta, as pessoas são clicadas quando estão deitadas e ele as faz flutuar, fazendo uma montagem da imagem em um outro ambiente.
O mais interessante é que cabelo e roupa, por exemplo, caem para baixo, dando a impressão de que as pessoas estão realmente içadas.



Projeto reproduz fotos antigas com pessoas segurando suas próprias cabeças
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Por Raphael Ezonne
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Imagine que louco seria se você pudesse tirar a sua própria cabeça para tirar uma foto? Ou então pegar a cabeça do seu amigo? O projeto ”Headless Photographs” consiste em reproduzir imagens do período do reinado da rainha Victoria, entre 1837 à 1901 com detalhes jamais imaginados em sua época. Combinando fotos de negativos diferentes, é possível ver as pessoas que aparecem nas fotos segurando as próprias cabeças ou de outras pessoas que também aparecem nas imagens. Algo chocante para quem não está acostumado.




Fotógrafa usa fatias de pão para reproduzir obras de arte
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Por Raphael Ezonne
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Confesso que jamais seguiria a carreira gastronômica um dia apenas por uma razão: dá muito trabalho perder horas na cozinha fazendo um prato para depois alguém devorar tudo em poucos minutos. Para um fanático por cozinhar, pode rolar até o prazer de uma pessoa degustar algo que ele mesmo criou, mas para pessoas que trabalham com design, principalmente, estas gostam que seus trabalhos se tornem sempre visíveis e elogiados por um bom tempo.
A fotógrafa Brittany Powell decidiu usar sanduíches para reproduzir obras de arte de artistas conhecidos como Mark Rothko: pintor expressionista abstrato, nascido na Rússia e naturalizado estadunidense, Damien Hirst: um artista britânico, o mais proeminente do grupo Young British Artists, e Klimt: pintor simbolista austríaco.
Respeitando as características de cada artista, ela utilizou ingredientes para personalizar as fatias de pão. A série é chamada de “Sandwich Artist” e faz parte do projeto Low-Commitment Projects, uma parceria de Brttany Powell e Tae Kitakata.



Designer húngara traz para o mundo real as funcionalidades de ferramentas do Photoshop
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Por Raphael Ezonne
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Todo designer que se preze adora trabalhar com Photoshop. Na verdade, nem diria trabalhar, mas brincar com o programa, que permite fazer editorações de imagens e que ficam com acabamentos incríveis, se souber utilizar todas as suas funcionalidades, é claro.
A designer húngara Flora Borsi quis testar um pouco desse limite com a realidade com o projeto “Photoshop in real life”, e trazer “para o mundo real” as ferramentas do Photoshop, como o “Patch Tool”, “Hue/Saturation” e o “Smudge Tool”. As fotos representaram muito bem as funcionalidades de cada ferramenta.



Exposição traz fotos de catarinense que visitou países africanos e registrou a realidade de comunidades carentes
Por Raphael Ezonne
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Pessoas. Aparentemente é algo muito simples de se descrever, mas quando lembramos que cada uma dessas têm uma história de vida diferente uma da outra, percebemos o quanto isso pode ser complexo, principalmente quando se tem a necessidade de expressar o significado disso.
O fotógrafo catarinense Humberto Furtado, de 26 anos, é um explorador de territórios desconhecidos. Movido principalmente pela sua própria curiosidade, o jovem concedeu uma entrevista ao Cherryouth e contou como começou a paixão pelo seu trabalho.
Humberto diz que aos doze anos de idade, ganhou de seu avô sua primeira câmera fotográfica. Jaraguá do Sul, sua cidade natal que tem pouco mais de 148 mil habitantes, foi o lugar onde ele se descobriu. Por diversas vezes pensou em ser ator por se dedicar a produções de teatro na época do colégio, mas acabou percebendo que tinha um gosto por moda, coisa que acontece até hoje. Teve diversas experiências no ramo, inclusive chegou a atuar como assistente e fotógrafo em campanhas nacionais e trabalhos autorais, investindo ainda mais neste nicho, possibilitando trabalhar em eventos de grande porte como o São Paulo Fashion Week.
Porém, um novo degrau apareceu em sua vida e as oportunidades para crescer profissionalmente surgiram. Humberto é autor do projeto “Esmola Fotográfica”. Durante um período, ele viajou por alguns países da África, conhecendo a África do Sul, Moçambique e Zimbábue. Trilhou em lugares totalmente inóspitos e conheceu territórios que jamais pensou em conhecer. Visitou comunidades carentes e percebeu que o tipo de pobreza destes lugares é totalmente diferente da pobreza brasileira, que possui a violência e drogas em sua essência, na maioria das vezes.

“Meu objetivo nessas andanças não é buscar uma resposta e registrá-la por meio de fotos, mas estabelecer perguntas. Desta forma, defino meu caminho como algo completamente livre, sem destino”, conta o fotógrafo que sempre mostra entusiasmo quando fala sobre os lugares que conheceu.
O registro de imagens sobre a realidade que está a sua volta justifica a escolha do nome para o projeto. “Esmola Fotográfica” traduz o que Humberto fazia para conseguir as fotos das pessoas pobres das comunidades africanas, quando estas estavam por acaso andando pelas ruas e serviam de modelo para a sua sessão de fotos. Muitas pessoas, segundo Humberto, não se sentiam à vontade com a tecnologia que ele portava consigo para guardar um pouco da prova de que ele esteve nestes lugares, recebendo-o ainda com paus e pedras. Mas mesmo assim, ele diz que o povo africano ainda sim é tão hospitaleiro quanto o povo brasileiro.
Acesse o Tumblr “Esmola Fotográfica”, clicando aqui
É bem interessante ver o quanto a transição do mundo da moda para a realidade nua e crua de uma comunidade possa acontecer de forma natural. Humberto finaliza: “É a vivência com a diversidade de etnias e nacionalidades extremas que sigo a confirmar minha concepção artística e articulo com o que há de mais sincero e íntimo na vida cotidiana e cultural dos povos. Que este seja o destino da minha arte de destinos indefinidos”.
Humberto programa sua próxima viagem para prosseguir com o projeto. Desta vez, ele pensa em explorar alguns países da Europa e Oriente Médio. Tudo parece estar programado para acontecer a partir de dezembro.



Casa da Fazenda do Morumbi (Esmola Fotográfica: Diálogo com o Tempo)
Programação: de 25/11/2012 à 22/12/2012 – terça à domingo
Endereço: Avenida Morumbi, 5594
Informações: (11) 3742-2810/ (11) 993-155-769
Site: http://www.abach.org.br
Fotógrafo clica modelos sem cabeça, fazendo coisas normais no dia-a-dia
Por Raphael Ezonne
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Pode parecer engraçado, mas assim que vi esse projeto do fotógrafo Francesco Brunotti, lembrei daquela música da Alcione “Você Me Vira a Cabeça”. Pois bem, o trabalho desse fotógrafo nesse projeto é registrar pessoas fazendo suas atividades normalmente, porém sem cabeça.
O que ele quis transmitir com essas imagens? Bem, só ele mesmo pode dizer, mas que ficou um tanto interessante, isso não podemos negar.
O projeto “Where’s Your Head At?” (Onde Está a Sua Cabeça?) traz alguns modelos com roupas bastante coloridas, o que dá um destaque e contraste ainda maior para o espaço vago que está presente no lugar da cabeça. Usando técnicas especiais de editoração de imagens, o fotógrafo provoca um espanto para quem vê as imagens.




As Histórias Perdidas de Pessoas e Esquinas registradas por César Paladino
Por Raphael Ezonne
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Urbanismo. Você já viu aqui no blog, o trabalho de diversos artistas que apostam na paisagem urbana como meio de divulgar o que fazem de melhor. Seja ilustrar ou fotografar, sempre existe um canto inexplorado da cidade, onde merece mais um clique.
O jovem fotógrafo César Paladino, de São Paulo, gosta mesmo de registrar em sua câmera a rotina da terra da garoa em ângulos que você dificilmente deva ter visto antes. O contraste do verde com o cinza no mesmo lugar, as pessoas andando pelas ruas, o urbanismo em si, é o que mais inspira César, quando ele está fazendo o seu trabalho.
Em entrevista ao Cherryouth, ele contou o que mais o inspira em seu trabalho: “As histórias perdidas de pessoas e esquinas”. Nesse vai-e-vem de pessoas indo para o trabalho, por exemplo, existem histórias individuais, e que podem ser exemplificadas em fotografias, em contraste ao ambiente em que elas vivem, presentes em segundo plano.
Acesse o portfólio de César Paladino
Quando questionado sobre algo que ele ainda não fotografou mas deseja muito registrar em sua câmera, ele disse: “Um disco voador. Gostaria por achar que o homem moderno foi influenciado por seres de outro planeta. A sociedade moderna é fruto de um experimento e tenho certeza que somos diariamente observados”.
Perguntamos ainda se ele acha que existe uma relação entre a curiosidade do fotógrafo em registrar a rotina de pessoas na cidade e a curiosidade que os seres de outro planeta tem em nos observar, e ele concordou de imediato: “Sim, totalmente. Acho que a observação é uma ótima maneira de se entender melhor, entender o mundo em que vivemos, e a sociedade que se está inserido. Talvez eu seja um alien mesmo e não saiba”, completa.




Henrique Resende: jovem fotógrafo apresenta projeto “Interpretações Nuas”
Por Raphael Ezonne
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Quem nunca fez algo de diferente para libertar aquilo que está preso dentro de si, não é mesmo? Um grito de socorro ou qualquer coisa que remetesse à um sofrimento do passado. É descrito dessa forma que enxergo o projeto do jovem fotógrafo Henrique Resende, do site “Fotografe Uma Ideia“.
Henrique participou recentemente do programa “Encontro Com Fátima Bernardes” na TV Globo, falando justamente do seu trabalho e sobre o site no qual ele colabora com conteúdo, juntamente com Francine de Mattos. Na ocasião do programa, os dois que não se conheciam pessoalmente, puderam finalmente dar um abraço.
“Interpretações Nuas”, nome de seu projeto, é um trabalho sobre a loucura contida sobre um grito que começava a esvair e precisava ser liberto através da fotografia. A série, segundo Henrique, o envolve em tudo o que existe de mais cru e puro no mundo. Sua influência vem inteira pelo carinho ao artista carioca Rodrigo Benatti, que se tornou um grande amigo.
Como qualquer artista pode passar pelo menos uma vez na vida, Henrique disse ao Cherryouth que estava em um momento de pouca inspiração para compor seu trabalho: “Pouco antes de conhecê-lo [Rodrigo Benatti], eu estava entrando num hiato bastante forte de criação. Eu não conseguia produzir por não ver sentido em nada que fazia – e pra quem trabalha com arte, não existe nada pior. O Rodrigo me proporcionou (e proporciona) momentos reais de ligação com a arte, com o que transcende os sentidos humanos e divinos. Eu me inspirei na estética do trabalho dele para criar as fotos. É o tipo de plasticidade que, de alguma maneira, remetia à narrativa sobre a qual me inspirei: o desespero pela morte da minha mãe, o arrependimento de não tê-la fotografado”.
Acesse o portfólio de Henrique Resende
O próprio jovem serviu de modelo para a série. Quando ele fotografou, sua mãe havia falecido há um ano e após isso, viajou para Minas Gerais, sua terra natal, onde ficou sozinho e (re)produzindo. Claramente engajado em seu projeto através do seu jeito de descrevê-lo, Henrique nos contou que existe essa questão do movimento que ele acha que consegue ficar mais clara produzindo nesse estilo: “De todas as artes, a fotografia é a única que uma base sólida para firmar sua existência. É possível pintar algo que não existe, mas é impossível fotografar algo que não existe. Dentro disso, a longa exposição é a técnica que mais nos aproxima do etéreo. Na série, tudo o que eu buscava era etéreo. E impossível, naquele momento”.
Henrique fotografou tudo em Minas Gerais, numa madrugada só. A série não está pronta, ainda faltam alguns movimentos e um corpo, mas ele diz que só vai fotografar lá quando estiver sozinho: “Tudo envolve esse sentimento de busca por algo, entende? É uma necessidade de me ligar a essa idealização, esse platonismo. Eu fotografo enquanto não posso tocar. Faz sentido?”.
Artista recria desenhos dos Estúdios Walt Disney em uma versão só para adultos
Por Raphael Ezonne
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Parece que o artista Rodolfo Loaíza conseguiu alcançar o ápice de todas as suas polêmicas. Todos nós sabemos que os Estúdios Walt Disney costumam fazer desenhos que poupem as crianças de qualquer realidade assustadora que as cercam, mas o que o ilustrador mexicano quis fazer é mostrar a verdade nua e crua de forma que apenas os adultos possam ver.
Imitando os traços dos personagens infantis, o artista desenhou cenas de beijo gay, satirizou artistas como Britney Spears quando a cantora passou por momentos difíceis na carreira, quando raspou o cabelo, por exemplo, e Lady Gaga e seu famoso vestido de carne. Nem mesmo a Rainha má da branca de neve escapou, muito menos o Bambi.



Pernas para o ar! Fotógrafo coloca modelos de cabeça para baixo e fotografa seus rostos
Por Raphael Ezonne
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Já mostramos anteriormente aqui no Cherryouth o trabalho de um fotógrafo que registrou imagens de rostos humanos quando colocados em frente a um ventilador super potente, se lembram? Pois bem, parece que a ideia deu tão certo que o fotógrafo Brandon Voges fez algo que vai ainda espantar muita gente: pendurar pessoas de cabeça para baixo e dar um close em seus rostos para ver as suas reações.
Fotógrafo clica rostos deformados pela ação do vento
As bochechas ficam mais salientes, o rosto e os olhos começam a ficar vermelhos e tudo isso me lembra o que nossas mães falavam: “não fiquem de cabeça para baixo que o sangue volta para a cabeça”, que é exatamente o que parece acontecer quando eles fazem isso.
O que é mais engraçado é a expressão que fica na cara deles (não sei se eles já eram assim com os pés no chão, mas muitos ficam com cara de panacões), mas tem uns que até fazem pose.

Fotógrafo brasileiro clica pessoas comuns e as vestimentas que elas usam na hora de dormir
Por Raphael Ezonne
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Via Jhohann Paul.
Formado em Fotografia pela Universidade Federal do Espírito Santo, o baiano Yuri Barichivich criou o projeto ”Como Dormem As Pessoas?”. Até aí, pode ser um trabalho comum de ser feito, mas o rapaz selecionou alguns jovens para uma sessão de fotos onde eles usaram as roupas que normalmente colocam para dormir… ou não.
Desde camisolas até uma camisa com samba-canção, ou mesmo nu. As pessoas dormem usando aquilo que as deixam mais à vontade e foi exatamente isso que Yuri quis transmitir em seu projeto. O rapaz de 21 anos quis exaltar nas imagens a naturalidade e a espontaneidade. Isso fica bem claro nas vestimentas largas e bem confortáveis que as pessoas usaram nas imagens, e até também na nudez que é encarada de forma natural.
Na foto número nove de seu Tumblr “Como Dormem As Pessoas?” tirada de João Carneiro (nu artístico – clique aqui para visualizar), Yuri descreve como “a foto mais polêmica que ele já fez do ponto de vista de uma sociedade crítica e hipócrita”, porque o rapaz está completamente nu. Ele ainda enfatiza: “Meu projeto consiste em uma leitura sobre a intimidade humana, no seu lar, da forma com que essas pessoas se sentem mais confortáveis – com elas mesmas, com o mundo – e portanto está sujeito a inúmeras coisas que podemos considerar incomuns”.
Clique aqui para acessar o Tumblr “Como Dormem As Pessoas?” ou aqui para visitar o portfólio de Yuri Barichivich.




Fotógrafo clica rostos deformados pela ação do vento
Por Raphael Ezonne
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Colocar pessoas em frente a um potente ventilador. Se minha mãe visse eu fazendo uma coisa dessas, ela já diria que eu ficaria resfriado e desligaria ele na hora, mas o fotógrafo lituano Tadao Cern fez exatamente isso, com modelos e teve um resultado muito divertido.
Os cabelos bagunçados provocados pela força do vento e a expressão facial das pessoas ficam hilárias. O vento entra por orifícios do rosto, como boca e nariz e provoca uma elasticidade fora do comum.
O projeto se chama “Blow Job” e as imagens dele podem ser vistas em seu site ou no Facebook do fotógrafo. Os modelos foram clicados em maio durante uma ação no estúdio de Cern. Em entrevista ao site Bored Panda, o fotógrafo disse que a intenção era fazer algo divertido, e que se surpreendeu com a coragem das pessoas em ficarem engraçadas.
Artista faz ilustrações em papel manchado de café
Por Raphael Ezonne
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Conhecemos inúmeras coisas que podemos fazer com café. Ler o futuro é uma delas, para quem acredita nesta habilidade, é claro.
A americana Mel Kadel foi um pouco mais além, e utiliza papéis manchados de café para pintar seus fabulosos e coloridos quadros. Poucas vezes se vê em trabalhos de artistas a utilização de papel manchado para compor uma pintura.
O que é mais interessante nessa história toda é que o “vintage” está na moda, e o tom amarelado que o café provoca no papel deixa a ilustração ainda mais bonita e impressionante, quanto aos traços da artista. O trabalho dela lembra muito o efeito criado por crianças ao queimar levemente uma folha de papel branco a fim de deixá-lo com características semelhantes a de um pergaminho.
Não são utilizadas cores muito vivas, mas ela usa e abusa de tons pasteis e de cores padrões.




Fotografia de músicos em situações inusitadas marcam o trabalho de fotógrafo dinamarquês
Por Raphael Ezonne
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O violocelista e fotógrafo dinamarquês Nikolaj Lund, que já é famoso por retratar orquestras de forma divertida, aprontou mais uma vez.
Em seu projeto, os artistas que aparecem nas fotos segurando instrumentos musicais ficam em poses nada comuns e em ambientes um tanto diferentes. Uma estrada, um bosque ou até no meio do mar, Nikolaj mostra de forma engraçada que a música pode estar em todos os lugares.
Em seu portfólio, é possível ver 58 imagens. Entre elas há fotos individuais e de grupos de pessoas. Nem os maestos e suas baquetas ficam de fora.
Artista cria projeto que une desenho e fotografia em uma só imagem
Por Raphael Ezonne
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O ilustrador e fotógrafo Ben Heine teve uma ideia ótima: mostrar que é possível tirar uma foto misturando uma paisagem natural e outra desenhada.
Uma ilustração no meio do mundo real. Pode até parecer uma coisa meio sem sentido, mas quando o conteúdo da imagem se encaixa perfeitamente com o desenho que o fotógrafo segura nas imagens, podemos perceber até onde a criatividade do cara chega.
Chamado de “Pencil versus Camera”, o projeto do artista traz trechos sobrepostos de uma figura fantástica, que destoa da realidade. Cada imagem é feita a partir de um esboço, que pode demorar dias para ficar pronto. Heine diz que não pretende passar mensagens políticas, por mais que em alguns casos a interpretação das fotos possa ser feita dessa forma.




Campanhas criativas transmitem mensagens importantes, além de vender um produto
Por Raphael Ezonne
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Uma amiga próxima havia me mandado um link interessante que ela encontrou por acaso, de propagandas criativas que foram criadas fora do país. Intituladas como “19 Best Ads I Have Ever Seen”, que em português significa “Os Dezenove Melhores Anúncios Que Eu Já Vi”, a postagem traz anúncios impressos aparentemente em revistas locais e que trazem a velha mente humana em alguns pixels.
Propaganda de cerveja, shampoo, até de série de TV, as imagens abaixo mostram momentos curiosos e que também podem ser rotineiros, se você não olhar com atenção certos detalhes. Veja alguns deles abaixo, e todos os outros na postagem original. Para mais detalhes, mova o cursor sobre a imagem.





Britânico usa técnica “lightbombing” e cria grafites no ar
Por Raphael Ezonne
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Já sei! Você já tirou alguma foto, mesmo sendo na balada, com um celular ou algo luminoso em movimento para formar alguma figura no ar, estou certo?
Pois bem, o artista britânico Peter Medlicott teve a mesma ideia, porém, em cenários um tanto mais belos em comparação com tudo que você já tenha visto. Usando lanternas e feixes de luz conseguidos de muitas formas, o cara consegue fazer grafites incríveis.
A técnica que você já conhece é chamada de ”lightbombing”, uma derivação do termo grafiteiro “bombing”, que significa criar um grafite rapidamente. Peter Medicott diz que a composição das imagens é simples: ”Você só precisa de uma câmera digital, uma longa exposição, de cerca de 30 segundos, e luz”.




Fotógrafos denunciam problema de preservação no asfalto em fotos divertidas
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Depois de terem o carro danificado ao passar por um imenso buraco em uma rua em Montreal, no Canadá, os fotógrafos Claudia Ficca e Davide Luciano resolveram fazer um protesto bem-humorado. No projeto “My Potholes” (em português significa “meus buracos”), os dois mostram por meio de fotografias, situações inusitadas em torno das crateras no asfalto.
Nas imagens, os buracos de rua viram balde de gelo, tanque de lavar roupas, lago para pescaria etc. Até a personagem Alice, de “Alice no País das Maravilhas”, aparece correndo atrás do coelho, que foge para um buraco, assim como acontece no início da história escrita por Lewis Carroll. Cena semelhante e que acontece na reprodução dessa mesma história no filme “Encantada”, produzido pelos estúdios Walt Disney, onde a personagem Gisele e as demais, saem do mundo dos desenhos saindo de um bueiro, em Manhattan.
Não contente em denunciar as condições do asfalto em Montreal, os fotógrafos ainda registraram crateras em Toronto, também no Canadá, e nos Estados Unidos, em Nova York e Los Angeles. Segundo descrição no endereço virtual, cada foto leva de cinco a dez minutos para ser feita, já que o tráfego de automóveis nos locais não para. São Paulo seria uma cidade ideal para fazer esse tipo de trabalho, não acham?




Hipstamatic é usado em fotografias tiradas por jornalista húngaro que esteve no Afeganistão
Por Raphael Ezonne
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Parece que não é só a gente que utiliza aplicativos de edição de imagens. O Instagram, que se tornou uma ferramenta popular após ser disponibilizado para celulares com sistema operacional Android, é um grande exemplo de como as pessoas estão preocupadas em tirar uma foto bem bacana.
Agora, outro aplicativo que parece estar se tornando o precursor do Instagram, o Hipstamatic, pode se tornar ainda mais conhecido após a exibição das fotos de um fotojornalista húngaro, em um evento em São Paulo que vai promover o lançamento da Revista ZUM.
Balazs Gardi trocou as câmeras, lentes e o pesado equipamento fotográfico por um iPhone e um aplicativo de edição de imagens. A troca poderia ser considerada comum, não fosse o tema abordado por Balazs nas fotografias, um conflito no Afeganistão, e o que ele fez com elas, uma rede social onde as fotos, vídeos e áudios produzidos na guerra eram compartilhados e discutidos com outros internautas.
Batizado de Basetracks, o projeto durou o período da missão de uma tropa da marinha americana no oriente, cerca de sete meses entre 2010 e 2011. Gardi está no Brasil para falar sobre o trabalho nesta quinta-feira (26), em um evento da revista Zum, no Instituto Moreira Sales.




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